Que a luz do evangelho do cristo possa estar em seu coração iluminando o caminho de outras pessoas.

Saber quem se é!


Sócrates, filósofo grego que viveu entre os anos de 470-399 A.C, dentre diversos ensinamentos deixados disse: CONHEÇA A TI MESMO.
Domingo passado em um jogo de futebol entre os times do Cruzeiro e Grêmio, um dos atletas do Grêmio foi acusado por um jogador do Cruzeiro de ser chamado em campo de “Macaco”. Há 31 anos atrás encontrei com um amigo de infância e lhe perguntei se ainda jogava futebol. Ele então me relatou a sua história trazendo no rosto um triste semblante. Tinha somente 17 anos e jogava no time juvenil de um dos times da cidade de Uberaba onde morávamos. Certa vez o seu time, porém o profissional ia jogar contra um dos grandes times da capital mineira. Ele foi convocado a ocupar a vaga de um profissional que se encontrava contundido. Ele jogava na defesa e teria que marcar um grande goleador da época, que por sinal era o seu ídolo. Neste momento, seu semblante torna-se mais triste, ao lembrar que aquele garoto ia jogar com adultos pela primeira vez e ainda por cima teria que marcar um jogador de destaque do cenário nacional e como se não bastasse era ainda seu ídolo. Em fim chegou o dia e a hora, o coração já não cabia dentro do peito, era uma mistura de medo, responsabilidade e prazer. O Mineirão estava lotado e ao chegar a sua posição no campo depara-se com aquele a quem teria que marcar fato que nunca tinha lhe passado pela sua cabeça. Mesmo antes de o jogo começar, seu ídolo vai até a ele lhe cospe no rosto e lhe diz diversos xingamentos. Foi a última vez que aquele garoto pisou em um campo de futebol.
Desde os primórdios da civilização humana a evolução se dá cada vez mais, porém o homem ainda quer sobrepujar o outro, mesmo que seja de forma tão brutal como muitas vezes vemos. Como nestas inúmeras encarnações que tivemos, viemos nos comparando com os outros, a opinião alheia era e ainda é para muitos a mais importante. Mas Sócrates já antes de Cristo nos incitou a conhecer a nós mesmos, como também Jesus veio e disse: “Amai ao próximo como a si mesmo”. Ora, se devo amar ao próximo como me amo, devo então saber como me amar. Daí a ter que me encontrar comigo mesmo, sabendo quem eu sou, espírito eterno em evolução dotado de grandes qualidades. Portador de um potencial imenso dentro da “sombra” no inconsciente que vai eclodindo a medida que busco saber quem sou eu, descoberta esta que é a chave para a Felicidade.

Curso de Passes e Radiações



No dia 30 de Junho de 2009 – Terça feira, terá inicio mais um curso de Passes e Radiações em nossa casa espírita. As aulas serão semanais, sendo toda 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feira, no horário de 19:30 horas ás 21:30 horas. O curso é indicado para os alunos que já freqüentam as escolas da casa.
O curso é aplicado tendo como base o livro PASSES E RADIAÇÕES - Edgard Armond Métodos Espíritas de Cura Editora Aliança - 23ª edição - 1984 - 191pg. Este livro é considerado um dos marcos desse período renovador e teve o mérito de promover a reabilitação dos passes magnéticos e espirituais, como elementos auxiliares valiosos que são da assistência espiritual; como, também, de disciplinar e unificar as práticas doutrinárias nas Casas de Consolo. Neste método os passes são aplicados com 4 ou mais passistas para um único assistido. Não existe um passista melhor do que outro. Todos os passistas aplicam igualmente os passes. Um passista não difere do outro, aplicando movimentos diferentes, que poderia facilmente ser observado pelo assistido. A diferença entre os passistas é somente no tipo de vibração que cada um emite, pois cada criatura é unica criada por Deus. Os passes são aplicados sobre os "Centros de Forças" do "Corpo" e nos "Chacras" do "Perispirito". No passe, as energias radiadas, "Eletromagnética" e "Espiritual", farão respectivamente o reequilíbrio do corpo "Físico" e "Espiritual".Caso queira fazer download deste livro ou "Exilados de Capela" também do Comandante Edgard Armond, entre na página abaixo:
http://www.forumespirita.net/fe/index.php?topic=3470.0

RELEITURA DO NOSSO PASSADO

No mundo em que vivemos está na moda fazer “Releitura” de tudo. Na Musica novos interpretes cantam antigas canções com novos arranjos, no Teatro diretores apresentam antigas peças com mudanças em todos os sentidos, é a chamada “Releitura”. Fazendo uma reflexão, perguntei para mim mesmo, porque não fazer uma “Releitura” do nosso passado, principalmente daqueles acontecimentos que mais marcaram nossas vidas? Aqueles acontecimentos que nos foram duros, que nos fizeram sofrer, e por que não dizer que nos fazem sofrer até hoje. Mágoas, tristezas e tudo mais podem ser retiradas de nossas vidas, se fizermos uma “Releitura” destes episódios chamados menos felizes. Perceber que erramos é o primeiro passo, mas ter consciência de que é através dos erros que aprendemos é fundamental. Perdoar a si mesmo é o segundo passo, pois se é errando que se aprende, vamos errar sem culpa, sem querermos ser perfeitos, mas sim estarmos a caminho da perfeição, pois todos fomos criados puros e ignorantes, porém perfectíveis. Analisando hoje estes episódios como um expectador e não como protagonista ou mesmo acusador nos faz ver melhor os ensinamentos que podemos tirar do ocorrido. Nos mostra que é para frente é que se anda passado é passado, e só serve para lembrarmos dos aprendizados, e nunca para nos remoermos nos remorsos, ou ficando com raiva das pessoas, considerando-as como algozes de nossos infortúnios. Só existe o Presente, que de tão pequeno que é, não pode ser medido, 1 segundo, 1 dia talvez. O futuro será aquilo que fizermos agora neste presente tão pequeno, mas que vai nos fazer feliz cada vez mais e para sempre.

Campanha a favor do Sanatório Espirita de Uberaba

Veja a lista das necessidades no site:

www.ermance.com.br/campanhapelosanatorio.html

Seminário


Clique na foto para obter mais zoom.

Madre Tereza de Calcutá


"Sou apenas uma pessoa nas mãos de Deus, mas é ele quem age." Esta frase dita por Madre Tereza de Calcutá, nos dá uma idéia da luz deste espírito. Quando o seu trabalho já estava reconhecido, em todo o mundo, pessoas queriam criar entidades com o mesmo fim em seus paises. Para isso houve uma reunião em um hotel na França, onde um grande numero de pessoas de diversas partes do mundo compareceram para se reunir, onde também era esperada Madre Tereza. Na reunião em volta de grande mesa, todos falavam dos grandes feitos que poderiam fazer quando tivessem as grandes somas em dinheiro que estavam por vir através de doações. Madre, observava, enquanto os homens disputavam a palavra. Foi quando ela chamou o garçom que lhe serviu uma água e lhe perguntou quanto custava o aluguel daquele local.O garçom disse não saber. Então ela perguntou quanto custava a água que ele acabava de servir, então ele respondeu. A garrafa de água era francesa e das mais caras, o que Madre Tereza pode aquilatar quanto seria aquela despesa com o evento.Quando todos perceberam que Madre estava conversando com o garçom, pararam e olharam para ela, foi quando ela disse que tudo aquilo estava cancelado.Em poucos momentos, ela com sua enorme sapiência, lembrando o episódio de Pedro, quando disse para Jesus que deveriam erguer templos, no que ele disse "saia de mim Satanás". Madre percebeu que a obra a que, aqueles homens propunham fazer poderia ser enorme, porém carecia de amor, pois não davam o devido valor no dinheiro e muito menos dariam nas pessoas.



Perante os Inimigos

Do Livro: Palavras de Vida Eterna
De: Chico Xavier e Emanuel

Clamor por União - Maria Modesto Cravo



Vivemos um momento crucial na Terra. Um embate decisivo de forças. A força do Cristo que nos puxa para os cimos e a resistência das trevas que atraem para baixo. Um autêntico duelo de titãs se trava nos bastidores da humanidade terrena. Não fosse a extensão da Misericórdia Celeste e o planeta estaria totalmente dominado pelo mal.
A união de forças fraternais nesse momento implica na formação de trincheiras ativas do bem. O dístico que inspirou o codificador nunca foi tão apropriado como roteiro moral de segurança, equilíbrio e libertação:tolerância, fraternidade, e trabalho.Eis a ordem do Mais Alto que expressa a atitude da misericórdia aplicada.
Na contramão da ação benevolente de dar as mãos e nos fraternizar está o império da maldade insuflando a descrença. Sem a fé e confiança, o homem se estiola. Sem o ideal e sem amor, a humanidade perece à míngua. Descrença é a força para baixo que axaure e consome a disposição de marchar e elevar-se. A ausência de fé legítima no bem produz a escassez e a penúria em assuntos da alma, mantendo-nos cativos nas celas da preguiça, da tristeza e do vazio existencial.
Um dos seus efeitos mais perniciosos é fixar-nos no "lado sombrio" da vida e do próximo.
Na convivência, a descrença patrocina o esfriamento afetivo e favorece a indisposição para proximidade, a cordialidade. É o sentimento que esfacela a confiança, bombardeia os pensamentos com a cobrança e incendeia a crítica maledicente.
Quando focamos nossa mente nas mazelas alheias, despertamos em nós próprios os monstros da inveja, da disputa e da indiferença que alicerçam o piso emocional da rivalidade silenciosa.
A melhor palavra que define a ação misericordiosa de uns para com os outros é a indulgência.
O indulgente vê o mal de outrem e se resguarda na ação complacente de destacar-lhe seus valores e conquistas. Esse impulso de generosidade e altruísmo é a apólice de proteção mais inspiradora para relações sadias e educativas regadas por afeto cristão.
A união depende desse ato promissor de perceber sem denegrir. É arte de nos perdoarmos uns aos outros pelo que ainda somos no carreiro da evolução.
Os grupos doutrinários que não aplicam indulgência matam a esperança do pacifismo nas relações e constroem ninhos acolhedores para a cizânia.
União não significa caminharmos sempre juntos, mas poder contar sempre uns com os outros; não significa que tenhamos que aceitar as idéias alheias, porém, respeitar o direito que outrem tem de cultivá-las, sem asilar pertubação ou antipatia; e o mais importante: união não significa viver sentimentos que ainda não somos capazes, todavia, não permitir qualquer obstáculo para que o arrependimento ou a saudade não destruam ou reprimam o amor que, inegavelmente, nutrimos por alguém.
Estamos procurando corações dispostos a enaltecer a "boa parte" de quem quer que seja. A tarefa genuína do educador de almas é tirar de dentro dela a beleza reluzente, os lírios de esperança adormecidos em cada um de nós. O clamor das esferas superiores é estender as mãos uns aos outros incondicionalmente.
Sem amizade, será a derrocada do dialogo.
Sem dialago, resta-nos a solidão dos pensamentos no qual emaranhamos em fantasias que alimentam a loucura da discórdia e da separação com motivos aparentemente justos a nosso favor.
Só quem distancia do amor aplicado, reserva-se o insano direito de diagnosticar culpados pela perturbação e dissolução nos ambientes da doutrina. O somatório de nossas lutas morais é a única explicação aceitável para a borrasca que atinge a convivência.
Se não nos tolerarmos, não floresce a fraternidade, e sem ela somos, inevitavelmente, atraídos para baixo ao encontro das sombras que agasalhamos. Sem fraternidade,não haverá espaço para a atitude de alteridade em nosso íntimo.
Misericórdia é a diretriz que traduz amor incondicional. Se o Cristo nos aceita, estendendo benesses em todo instante pela nossa caminhada, por que haveremos nós, operários imperfeitos de Sua Obra, de depreciar o valor de outrem que coopera fazendo o melhor que pode?
A destruição dos grupos espíritas caminha nesse passo: julgamento/ rotulação/ crítica/ maledicência/ mágoa/ inimizade/ indiferença/ conflitos/ obsessão/ cisão perturbadora.
Tudo começa no pensamento quando nos concedemos observar o argueiro no próximo sem enxergar a trave em nós próprios.
Desoprimamos o coração do peso da mágoa que provém, quase sempre, de julgamentos intolerantes que fazemos da ação alheia.
Conquanto caiba-nos o direito de discernir a conduta de outrem e dela discordar, compete-nos o dever de zelar pela manutenção dos melhores sentimentos cristãos para a pessoa em si. Que desabonemos a conduta, mas continuemos a amá-lo. Divergência de opinião sem desistência do amor.
Na ordem cristã impera: julgamento/ compaixão/ assertividade/ oração/ acolhimento fraterno/ amabilidade/ amizade/ concórdia.
Agindo assim espalharemos o clima de otimismo e da crença uns nos outros criando ambientes revigorantes para nossa fragilidade e inconstância afetiva.
Lembre-se: quem quiser sentir Jesus mais perto de si nesses dias tormentosos da Terra, tenha sempre uma palavra de estímulo nos lábios e um gesto de amabilidade na atitude. Saiba retirar o diamante escondido no lodo. Desapegue das certezas acerca dos julgamentos e renove o campo mental para estar sempre a dizer mesmo sem palavras: estou aqui meu amigo, conte comigo!
Em um belo poema de luz, Paulo em sua segunda carta ao povo de Corinto, capítulo doze, versículo quinze, receitou: Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.
Amemos sem cansar. Incondicionalmente.
Da servidora do Cristo e amante do bem.
Maria Modesto Cravo

Observação: Maria Modesto em sua última estada na terra, viveu na cidade de Uberaba-MG, onde trabalhou junto com Dr. Inácio Ferreira ajudando-o no Hospital Psiquiátrico da cidade. Hoje ambos no plano espiritual, continuam trabalhando juntos no Hospital Esperança, hospital este idealizado pelo Prof. Euripedes Barsanulfo, que recebe espíritos portadores de problemas psíquicos, dentre eles e principalmente os que na terra se diziam seguir a doutrina espírita.

Chico Xavier e o Feixo de Luz

Isabel Fillardis: A atriz conta que um dos momentos mais marcantes para ela, nos 35 anos do Fantástico, foi a aparição de um feixo de luz que surgiu no quarto onde Chico Xavier estava quando ficou doente.