Que a luz do evangelho do cristo possa estar em seu coração iluminando o caminho de outras pessoas.

Cap. 0 - ESTUDANDO O LIVRO VIDA e SEXO - Introdução - Chico Xavier e Emmanuel

Sócrates - Filme Completo e Dublado

Para ver o filme sem interrupções, dê dois cliques na seta que aparece em baixo e a esquerda do video.Após alguns minutos ele vai carregar e assim basta clicar novamente mais uma vez. Caso você queira fazer um download para seu computador basta "baixar"o programa ATUBE no www.baixaki.com.br e cópie o link do filme e cole dentro do ATUBE,clicando posteriormente em baixar.

Allan Kardec, cemitério do Père Lachaise, Paris

Conta a história, que a cidade de Paris na França tinha pequenos cemitérios ao lado das igrejas. Mas chegou um momento que não mais havia lugar para enterrar as pessoas.Foi quando construiram um novo e grande cemitério dando-lhe o nome de PÉRE LACHAISE. Mas quando o cemitério foi inaugurado, ninguém morria, isto é, morria mas não aparecia o corpo para ser enterrado. O administrador do Pére Lachaise, averigou e descobriu que as pessoas queriam ser enterradas nos velhos e pequenos cemitérios, pois queriam ficar ao lado de pessoas ilustres. O administrador então mandou remover os restos mortais de todos estas pessoas bem quistas pela população e levou para o Pére Lachaise, colocando-os naturalmente distribuidos em todo o espaço, para não haver descontentamento e agradar a todos. Ele, carrega a reputação de ser o cemitério mais famoso do mundo. A fama é merecida. Enterradas entre as mais de 70 mil sepulturas estão personalidades como o roqueiro Jim Morrison (1943-1971), os escritores Molière (1622-1673), Honoré de Balzac (1799-1850) e Oscar Wilde (1854-1900), o músico Frédéric Chopin (1810-1849) e o espírita Allan Kardec (1804-1869).

Cap 21 - ESTUDANDO O LIVRO PÃO NOSSO - Mar Alto - Chico Xavier e Emmanuel

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico

Fotos do mural A enfermidade é um... conflito entre a personalidade e a alma. O resfriado escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. O peito aperta quando o orgulho escraviza. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver. E as dores caladas? Como falam em nosso corpo? A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção. O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos. Existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamado Paciência, mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS.

Cap. 22 - ESTUDANDO O LIVRO PÃO NOSSO - Inconstantes - Chico Xavier e Emmanue

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Horizontes da Fala - Capítulo 24 de 80 - As bençãos da argumentação - João N. Maia e Miramez

Horizontes da Fala - Capítulo 22 de 80 - O Desleixo da Palavra - João Nunes Maia e Miramez

Um Deus que Sorri... Eu acredito em Deus!

Um Deus que Sorri... Eu acredito em Deus! Mas não sei se o Deus em que eu acredito, é o mesmo Deus em que acredita o balconista, a professora, o porteiro, o operário, o padre, o bispo ou pastor... O Deus em que acredito não foi globalizado. O Deus com quem converso não é uma pessoa, não é pai de ninguém. É uma idéia, uma energia, uma eminência. Não tem rosto, portanto não tem barba. Não caminha, portanto não carrega um cajado. Não está cansado, portanto não tem trono. O Deus que me acompanha não é bíblico. Jamais se deixaria resumir por dez mandamentos, algumas parábolas e um pensamento que não se renova. O meu Deus é tão superior quanto o Deus dos outros, mas sua superioridade está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade. O Deus em que acredito me ensina a guerrear conforme as armas que tenho e detecta em mim a honestidade dos atos. Não distribui culpas a granel: as minhas são umas, as do vizinho são outras. Nossa penitência é a reflexão. Ave Maria, Pai Nosso: isso qualquer um decora sem saber o que está dizendo. Para o Deus em que acredito, só vale o que se está sentindo. O Deus em que acredito não condena o prazer. Se ele não tem controle sobre enchentes, guerrilhas e violência, se não tem controle sobre traficantes, corruptos e vigaristas, se não tem controle sobre a miséria, o câncer e as mágoas, então que Deus seria ele se ainda por cima condenasse o que nos resta: o lúdico, o sensorial, a libido que nasce com toda criança e se desenvolve livre, se assim o permitirem? O Deus em que acredito não me abandona, mas me exige mais do que uma flexão de joelhos e uma doação aos pobres: cobra caro pelos meus erros e não aceita promessas performáticas, como carregar uma cruz gigante nos ombros. A cruz pesa onde tem que pesar: dentro. É onde tudo acontece e Este é o Deus que me acompanha. Um Deus simples. Deus que é Deus não precisa ser difícil e distante, sabe tudo e vê tudo. Meu Deus é discreto e otimista. Não se esconde, ao contrário, aparece principalmente nas horas boas para incentivar, para me fazer sentir o quanto vale um pequeno momento grandioso: de um abraço numa amizade, uma música na hora certa, um silêncio. O Deus que eu acredito também não inventou o pecado, ou a segregação de credo. E como Ele me deu o Livre-Arbítrio, sou eu apenas que respondo e responderei pelos meus atos. Paz, saúde e serenidade! Rubem Alves "Feliz de quem atravessa a vida tendo mil razões para viver."

Haverá Falsos Cristos e Falsos Profetas - ESE - Cap. 21 Item 9 - Inês Daher