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Baseado no romance homônimo da escritora Isabel Allende, este drama mistura romance, política e espiritualidade. Apesar de parecer estranho o roteiro é muito bem construído e o resultado é um filme inteligente e que prende a atenção do expectador.
A filme mostra a saga da família Trueba desde a década de 20 até os anos 70 no Chile. O patriarca, Esteban Trueban (Irons) é um homem determinado e rude, casado com a amorosa Clara (Streep), pai de Blanca (Ryder) e irmão de Férula (Close). As relações familiares são muitas vezes conflituosas, principalmente entre pai e filha que tem posturas bem diferentes.
O filme mostra a mediunidade como uma coisa natural e sem apelar para o sensacionalismo, além de reforçar a idéia de que a morte física é apenas um estágio de algo maior e que o amor continua a existir além da vida material..
Outro aspecto importante do filme é o seu caráter político, retratando o golpe no Chile e a tomada de poder pelos militares e como isto repercutiu nesta família e consequentemente em toda a população do país.
A questão da necessidade de aproveitarmos a vida com sabedoria, procurando valorizar as coisas que realmente são importantes, como a família, o amor e a felicidade são colocadas para a reflexão do expectador.
Contando com um elenco excelente, uma fotografia muito bonita e uma direção segura e sensível, o filme é imperdível e merece ser visto. Algumas cenas fortes podem impressionar as crianças. Mas A Casa dos Espíritos é um programa obrigatório para quem gosta de cinema e também aprecia filme de teor espiritual.
Você pode ver trechos do filme logo abaixo.
Atores:
Direção: Billie August

A Mensagem da Cruz inicia no Velho Testamento anunciando a vinda do Messias. Já no Novo Testamento, o Anjo Gabriel aparece para Maria informando-a sobre o nascimento do Cristo através do seu ventre. Maria e Jose conseguem salvar o menino diante da implacável perseguição de Herodes. Jesus ainda em idade infantil, nós dá uma inequívoca demonstração por que veio, ministrando aula sobre as coisas de Deus, quando em companhia dos chamados mestres das sinagogas. A pedido de sua mãe, O Rabi da Galiléia, já adulto é compelido a transformar água em vinho, promovendo assim o seu primeiro “milagre”, demonstrando ser profundo conhecedor do fluído universal quando modifica as propriedades do liquido. O Raboni agora em companhia de amigos, também chamados de apóstolos, fazem suas incansáveis viagens levando a todos os lugares e principalmente aos mais simples a Boa Nova; a grande mensagem que viria perpetuar entre os povos de todos os tempos. Diante da Boa Nova os maiorais das sinagogas, não vêem outra saída a não seja crucificar Jesus, achando que matando o homem mata com ele sua idéia. A Mensagem da Cruz não termina com a crucificação do enviado celeste. Ela continua e continuará por séculos e séculos entre os diversos povos da terra. Mas a Mensagem da Cruz é muito profunda para que fique estática no tempo e com os povos. Hoje já temos outro entendimento do que tivemos no passado em relação a esta mensagem e no futuro entendimentos mais amplos teremos a seu respeito. Alguns grupos acreditam que Jesus veio ao mundo para nos salvar e para isto passou pela “via crucis” carregado nossos pecados após a sua morte. Outros grupos vêem Jesus como Deus, entendendo assim por ele ter dito certa vez que: “Eu e o Pai somos um” e, portanto o vêem como uma figura muito distante a ser seguida devido a sua grande elevação intelectual e principalmente moral.
E você? Como o vê? O que Seu evangelho tem acrescentado em sua vida? No relacionamento com os demais e principalmente com seus parentes mais íntimos?
Acostumado a encarnar personagens reais no cinema, como o pai de Zezé Di Camargo e Luciano no sucesso de bilheteria “2 filhos de Francisco”, Ângelo Antônio tem mais um desafio pela frente. Caberá a ele o papel do médium Chico Xavier (1910-2002) quando jovem no longa “Chico Xavier – Uma vida de amor”, de Daniel Filho, responsável pelo filme de maior sucesso brasileiro desde a retomada, “Se eu fosse você 2”.
“Aceitei o convite de imediato, mas preferi não olhar o roteiro ainda. Quero mergulhar no universo dele, ler as biografias, conhecer pessoas”, afirma o ator, que na semana passada viajou a Uberaba, em Minas Gerais, para pesquisar um pouco mais sobre a vida do personagem. “Não sou espírita. Brinco que sou ecumênico. Tive formação católica, mas me interesso muito por religiões.”
Para Ângelo, a prova é ainda maior porque ele terá que preparar terreno para Nelson Xavier, que viverá Chico quando ele estiver mais velho. “Acompanho o trabalho do Nelson há bastante tempo”, conta ele, que por enquanto não pensa em imitar trejeitos do maior divulgador da doutrina espírita no Brasil ou deixar a voz parecida. “As pessoas se preocupam com isso por ele ser uma pessoa conhecida, mas sempre procurei partir de onde não fosse óbvio.”
Na viagem a Minas, Ângelo conheceu amigos do médium e visitou centros espíritas. “O transcendente sempre me interessou muito, agora mais ainda”, diz o ator, que se mostra completamente seduzido pelo papel. “Ele fez ações práticas de fraternidade, sem prometer nada. Tomara que Chico goste de ver o espiritismo divulgado pelo filme.”