Convocação - Bezerra de Menezes
Convocação
...Nós fomos chamados por Jesus para tornar o mundo melhor.
Não foi por acaso que na hora última a voz do Divino Pastor chegou até nós.
Não nos encontramos no mundo assinalados apenas pelos delitos e os erros pretéritos, somos os Servos do Senhor em processo de aperfeiçoamento para melhor servi-lo.
Nem a jactância dos presunçosos, nem a subestima dos que preferem a acomodação.
Servir, meus filhos, com a instrumentalidade de que disponhamos é o nosso dever.
Observamos que a seara cresce, mas os trabalhadores não se multiplicam geometricamente como seria de desejar, porque estamos aferrados aos hábitos doentios, que no momento da evolução antropológica, serviram-nos de base para a transformação do instinto em emoção edificante .
A maneira mais segura de preservar os valores do Evangelho de Jesus em nós é através da vinculação mental com o Nosso Condutor.
Saiamos da acomodação justificada de maneira incorreta para a ação. Abandonemos as reações perturbadoras e aprendamos as ações edificantes.
Sempre dizemos que necessitamos de Jesus, sem cuja Misericórdia estaríamos como náufragos perdidos na grande travessia da evolução, mas tenhamos em mente que Jesus necessita de nós, porque enquanto falamos a Ele pela oração Ele nos responde pela inspiração.
Ele age pelos nossos sentimentos através das nossas mãos. Sejam as mãos que ajudam, abençoadas em grau mais expressivo do que os lábios que murmuram preces contemplativas.
A nossa postura no mundo neste momento é de misericórdia.
Que nos importem os comentários deprimentes a nosso respeito, se valorizamos o mundo, respeitando os seus cânones e paradigmas? Não nos preocupemos com que o mundo pensa e fala de nós através de outros corações.
No belo ensinamento de Jesus na casa de Lázaro, enquanto Maria o ouve e Marta se afadiga temos uma lição extraordinária – não é necessário ficar numa contemplação de natureza egoística, mas é necessário aprender para poder servir.
A atitude de Marta é ansiosa, era a preocupação com o exterior. A atitude de Maria era iluminativa, a que parte dos tesouros sublimes da coragem e do amor, através da sabedoria, para poder melhor servir.
O serviço é o nosso campo de iluminação.
Nós outros, os companheiros da Vida Espiritual, acompanhamos as lágrimas que são vertidas pelos sentimentos de todos aqueles que nos suplicam ajuda e, interferimos com a nossa pequenez, junto ao Mestre Incomparável para que Ele leve ao Pai as nossas necessidades, mas bendigamos a dor sem qualquer laivo masoquista; agradeçamos a dor que nos desperta para a Verdade, e que nos dilui as ilusões; que faz naufragar as aventuras de consequências graves antes que aconteçam.
Estamos portanto convocados para a construção da Sociedade Nova, na qual o bem pairará soberano, como já ocorre, acima de todas e quaisquer vicissitudes.
Filhos da Alma, tende bom ânimo. Não recalcitreis contra o aguilhão nem vos permitais a deserção lamentável ou a parada perturbadora na escalada difícil da sublimação.
Jesus espera-nos, avancemos! Suplicando a Ele, o Amigo Incomparável de todos nós, envolvemos os afetuosos corações em dúlcidas vibrações de paz.
Na condição de servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra
Muita paz
(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da conferência pública, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 14 de julho de 2011.
Indicação de Filme - Alexandria

Sinopse Alexandria – Sob o domínio Romano, a cidade de Alenxadria é palco de uma das mais violentas rebeliões religiosas de toda história antiga. Judeus e cristãos disputam a soberania política, econômica e religiosa da cidade. Entre o conflito, a bela e brilhante astrônoma Hypatia (Rachel Weisz) lidera um grupo de discípulos que luta para preservar a biblioteca de Alexandria. Dois deles disputam o seu amor: o prefeito Orestes (Oscar Isaac) e o jovem escravo Davus (Max Minghella). Entretanto, Hypatia terá que arriscar a sua vida em uma batalha histórica que mudará o destino da humanidade. Neste filme o retrato de quando a ciência e religião começaram se separar.
Direitos, ou Valores Humanos no ensino?
Prezado(a) Educador(a)
Esperamos que compreenda que estamos retornando ao assunto “Valores Humanos”, por sentirmos que o momento nos pede tal ação, tendo em vista que está em discussão pelo Conselho Nacional de Educação-CNE a inclusão de Direitos Humanos como disciplina no Ensino Básico e no Superior.
Gostaríamos de tecer algumas considerações a esse respeito, visando clarear um pouco essa questão, entendendo que todos os educadores do país podem, de alguma forma, apor sua influência para que essa decisão seja a mais acertada possível, posto que irá influir no futuro da nossa sociedade, que todos queremos seja mais pacífica, mais ética, mais honesta e justa.
Estamos, pois, pleiteando a inclusão também do ensino de Valores Humanos no currículo escolar do Ensino Básico e Médio, pelas seguintes razões:
Ensinar Direitos Humanos é informar sobre os direitos do cidadão. Mas conhecer o conteúdo de uma lei não significa que ela será obedecida pela maioria. Se assim fosse, a criminalidade seria mínima no país.
Já, ensinar Valores Humanos é formar o caráter do cidadão.
O que queremos para nosso futuro: pessoas bem informadas sobre seus direitos e os dos outros, ou pessoas de caráter bem formado?
O ensino de Direitos Humanos não alcança a essência das necessidades educativas do ser humano. Informa, mas não forma, e é essa formação interior que se estabelece pelas vias da mente e do coração, que poderá formar verdadeiros cidadãos.
Nas aulas de Valores Humanos são ensinados, dentre outros, o respeito em toda a sua amplitude, não apenas pelos considerados diferentes, mas por todas as pessoas, assim como, também, por si mesmo, pela natureza, pelo meio ambiente, pelas leis, pela vida, por tudo. E quando, como acontece nas aulas do Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola, tais ensinos estão difusos dentro da trama de um conto ou de uma narrativa, criados para o fim proposto, eles se aninham nos meandros do coração, gerando influência positiva para o resto da vida.
Portanto, é fácil perceber que o ensino de Valores Humanos contempla também os Direitos Humanos, ampliando-se mais ainda para ensinamentos e vivências sobre honestidade, bom convívio, ética, responsabilidade, justiça, verdade, não violência; olhar o outro com um olhar de paz, de solidariedade, não de competitividade, posto serem esses os fundamentos da não violência. Além disso, os alunos também aprendem a admirar e a amar a natureza e a vida, em todas as suas expressões.
Há também a questão dos gastos que o país terá com a inclusão da disciplina Direitos Humanos no currículo escolar, pela necessidade de formação de profissionais para elaborar e ministrar esses conteúdos, além da geração de grande quantidade de material didático, etc.
Já o ensino de Valores Humanos não trará despesas para o país, tendo em vista que existem programas gratuitos na Internet, dentre eles, o Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola (www.cincominutos.org) de nossa responsabilidade, que já foi avaliado e adotado por várias secretarias de educação estaduais e municipais, e recebe apoio do MEC, conforme se vê em seu site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/link.html?categoria=19 . Esse Programa foi elaborado de forma a facilitar ao máximo sua implantação, e com despesa mínima para as escolas, ou seja, apenas a das cópias xerox das apostilas para uso dos professores.
OBSERVAÇÃO: Nosso grupo é informal e não recebe, nem quer receber qualquer ajuda material de órgãos públicos e/ou particulares, com exceção do que se refira à divulgação e/ou implementação do Programa.
Se concorda com o exposto, pedimos que faça o que estiver a seu alcance para que os membros do CNE se inteirem das considerações acima, a fim de que aproveitem o momento de debates sobre a inserção de Direitos Humanos que está ocorrendo no país, para incluir a mais importante das disciplinas para o momento atual, ou seja, Valores Humanos, no currículo do ensino Básico e Médio.
Ficamos muito gratos por sua atenção e confiantes em que esse pleito terá ressonância nos meios educativos do país.
Cordialmente,
Saara Nousiainen
Coordenadora - Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola
caminhos2008@gmail.com
www.cincominutos.org
Tel. 85 3249-6812
Esperamos que compreenda que estamos retornando ao assunto “Valores Humanos”, por sentirmos que o momento nos pede tal ação, tendo em vista que está em discussão pelo Conselho Nacional de Educação-CNE a inclusão de Direitos Humanos como disciplina no Ensino Básico e no Superior.
Gostaríamos de tecer algumas considerações a esse respeito, visando clarear um pouco essa questão, entendendo que todos os educadores do país podem, de alguma forma, apor sua influência para que essa decisão seja a mais acertada possível, posto que irá influir no futuro da nossa sociedade, que todos queremos seja mais pacífica, mais ética, mais honesta e justa.
Estamos, pois, pleiteando a inclusão também do ensino de Valores Humanos no currículo escolar do Ensino Básico e Médio, pelas seguintes razões:
Ensinar Direitos Humanos é informar sobre os direitos do cidadão. Mas conhecer o conteúdo de uma lei não significa que ela será obedecida pela maioria. Se assim fosse, a criminalidade seria mínima no país.
Já, ensinar Valores Humanos é formar o caráter do cidadão.
O que queremos para nosso futuro: pessoas bem informadas sobre seus direitos e os dos outros, ou pessoas de caráter bem formado?
O ensino de Direitos Humanos não alcança a essência das necessidades educativas do ser humano. Informa, mas não forma, e é essa formação interior que se estabelece pelas vias da mente e do coração, que poderá formar verdadeiros cidadãos.
Nas aulas de Valores Humanos são ensinados, dentre outros, o respeito em toda a sua amplitude, não apenas pelos considerados diferentes, mas por todas as pessoas, assim como, também, por si mesmo, pela natureza, pelo meio ambiente, pelas leis, pela vida, por tudo. E quando, como acontece nas aulas do Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola, tais ensinos estão difusos dentro da trama de um conto ou de uma narrativa, criados para o fim proposto, eles se aninham nos meandros do coração, gerando influência positiva para o resto da vida.
Portanto, é fácil perceber que o ensino de Valores Humanos contempla também os Direitos Humanos, ampliando-se mais ainda para ensinamentos e vivências sobre honestidade, bom convívio, ética, responsabilidade, justiça, verdade, não violência; olhar o outro com um olhar de paz, de solidariedade, não de competitividade, posto serem esses os fundamentos da não violência. Além disso, os alunos também aprendem a admirar e a amar a natureza e a vida, em todas as suas expressões.
Há também a questão dos gastos que o país terá com a inclusão da disciplina Direitos Humanos no currículo escolar, pela necessidade de formação de profissionais para elaborar e ministrar esses conteúdos, além da geração de grande quantidade de material didático, etc.
Já o ensino de Valores Humanos não trará despesas para o país, tendo em vista que existem programas gratuitos na Internet, dentre eles, o Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola (www.cincominutos.org) de nossa responsabilidade, que já foi avaliado e adotado por várias secretarias de educação estaduais e municipais, e recebe apoio do MEC, conforme se vê em seu site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/link.html?categoria=19 . Esse Programa foi elaborado de forma a facilitar ao máximo sua implantação, e com despesa mínima para as escolas, ou seja, apenas a das cópias xerox das apostilas para uso dos professores.
OBSERVAÇÃO: Nosso grupo é informal e não recebe, nem quer receber qualquer ajuda material de órgãos públicos e/ou particulares, com exceção do que se refira à divulgação e/ou implementação do Programa.
Se concorda com o exposto, pedimos que faça o que estiver a seu alcance para que os membros do CNE se inteirem das considerações acima, a fim de que aproveitem o momento de debates sobre a inserção de Direitos Humanos que está ocorrendo no país, para incluir a mais importante das disciplinas para o momento atual, ou seja, Valores Humanos, no currículo do ensino Básico e Médio.
Ficamos muito gratos por sua atenção e confiantes em que esse pleito terá ressonância nos meios educativos do país.
Cordialmente,
Saara Nousiainen
Coordenadora - Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola
caminhos2008@gmail.com
www.cincominutos.org
Tel. 85 3249-6812
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